A evolução da segurança da Seleção Brasileira nas Copas
A relação entre a Seleção Brasileira, a imprensa e os torcedores passou por profundas mudanças nas últimas cinco Copas do Mundo. O nível de acesso ao time variou conforme contextos esportivos, diretrizes da CBF, normas da Fifa e exigências de segurança internacional.
O ciclo de transformações começou em 2010, na África do Sul, sob o comando do técnico Dunga, que adotou uma postura de total blindagem da delegação para evitar distrações. O cenário contrastou com a Copa de 2014, no Brasil, quando a Granja Comary permitiu uma proximidade inédita com o público, marcada por treinos abertos e interação constante.
Em 2018, na Rússia, o modelo adotado foi um meio-termo, enquanto o Catar, em 2022, elevou o rigor com detectores de metal, embora mantivesse uma convivência maior nos hotéis. Já em 2026, nos Estados Unidos, o controle atingiu um novo patamar de restrição devido a preocupações com segurança geopolítica, mantendo a equipe protegida e distante do público.
