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Proteção de albatrozes exige rigor na pesca oceânica

Proteção de albatrozes exige rigor na pesca oceânica

Proteção de albatrozes exige rigor na pesca oceânica

O Dia Mundial do Albatroz, celebrado em 19 de outubro, destaca a crise de conservação que coloca albatrozes e petréis no topo das aves mais ameaçadas do planeta. Metade das 22 espécies de albatrozes utiliza águas brasileiras para alimentação, sendo vital a proteção dessas aves oceânicas frente aos impactos da pesca de espinhel.

Anualmente, cerca de 300 mil aves marinhas são capturadas incidentalmente por anzóis em todo o mundo, com 4 mil mortes registradas apenas no Brasil, principalmente em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. Segundo a bióloga Tatiana Neves, fundadora do Projeto Albatroz, a implementação rigorosa de medidas mitigadoras pode reduzir em até 90% essas capturas.

Para garantir o cumprimento de normas como largada noturna, uso de pesos e torilines, o governo brasileiro aposta em políticas públicas. O ICMBio e o Ibama desenvolvem sistemas de monitoramento eletrônico por câmeras e rastreamento via satélite, ferramentas consideradas essenciais para fiscalizar atividades pesqueiras em alto-mar.

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