Secretaria garante integridade da tornozeleira de Débora Rodrigues
A Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo informou nesta terça-feira ao Supremo Tribunal Federal que a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como Débora do Batom, não violou o uso da tornozeleira eletrônica. O comunicado responde a uma solicitação do ministro Alexandre de Moraes, que buscava esclarecimentos sobre falhas de sinal registradas no equipamento.
De acordo com o órgão estadual, as perdas momentâneas de conexão são ocorrências inerentes à tecnologia de monitoramento eletrônico utilizada. A pasta assegurou que não houve intenção de descumprimento das medidas cautelares impostas pelo Judiciário.
Débora, condenada a 14 anos de prisão por participar dos atos de 2023, cumpre pena em regime domiciliar em Paulínia, São Paulo. A ré, que pichou a frase Perdeu, mané na estátua A Justiça, está proibida de acessar redes sociais e manter contato com outros investigados, sob risco de retorno imediato ao sistema prisional.

