Rafael Beck e Felipe Montanaro interpretam clássicos da música brasileira
O flautista Rafael Beck e o pianista Felipe Montanaro apresentam o show inédito Fantasia Brasil, com um repertório repleto de composições de grandes nomes da música nacional neste sábado (15), às 23h59, no programa Cena Musical, da TV Brasil.
A produção, realizada pela emissora pública, celebra sucessos de personalidades como Dominguinhos, Tom Jobim, Hermeto Pascoal, Jacob do Bandolim, João Bosco, Chico Buarque, Djavan, Ivan Lins e Guilherme Arantes, entre outros.
A performance exclusiva combina clássicos do repertório nacional como os hits Jade, Sapato Velho, Aprendendo a Jogar, Pedras que Cantam, Isso Aqui Tá Bom Demais, Beatriz e Frevo Novo. O espetáculo inclui, ainda, obras autorais do duo: Tema pro Ricardo e 20.23.
Rafael Beck toca flauta transversal e piano elétrico. Já Felipe Montanaro mostra seu talento no piano e na sanfona. Eles começaram a tocar juntos em 2023 e, desde então, têm destaque como representantes da nova geração da música instrumental brasileira.
Com arranjos inovadores e interpretações que unem técnica e sensibilidade, os artistas conquistaram reconhecimento no país e no exterior. O show gravado no palco do Espaço Cultural do BNDES, no Rio de Janeiro, pode ser acompanhado no app TV Brasil Play e no Youtube do canal.
A produção apresentada pela jornalista e cantora Bia Aparecida tem direção de Waldecir de Oliveira. A nova temporada do Cena Musical reúne os depoimentos dos convidados e de bastidores das gravações, trazendo performances de nomes como Áurea Martins, Cristóvão Bastos, Lula Queiroga e Marcos Sacramento.
Lançado em 2007, o Cena Musical é um programa da TV Brasil que traz para o público performances inéditas da música nacional. Desde 2017, os shows são gravados no Espaço Cultural BNDES.
A atração exibe performances exclusivas de personalidades de vários gêneros, revelando e celebrando a diversidade e a riqueza da sonoridade brasileira. Bia Aparecida considera a música uma das maiores riquezas culturais do país, enquanto Waldecir de Oliveira destaca o programa como um espaço plural e necessário para a música brasileira.

