Toalhas de microfibra contaminadas riscam pintura automotiva
O uso recorrente de toalhas de microfibra na limpeza automotiva exige atenção rigorosa, especialmente em veículos que passaram pelo processo de vitrificação ou revestimento cerâmico. Embora pareçam macios, esses tecidos podem acumular resíduos químicos que se transformam em uma lixa invisível capaz de danificar a carroceria.
Durante a vitrificação, a microfibra é utilizada para remover o excesso de polímeros cristalizados. Esses resíduos endurecem entre as tramas do tecido e, mesmo após lavagens intensas, permanecem na peça, gerando riscos superficiais e marcas circulares indesejadas no verniz do automóvel em usos posteriores.
Para evitar prejuízos estéticos e preservar o investimento na proteção do veículo, o ideal é descartar ou reaproveitar as toalhas contaminadas em áreas de baixa sensibilidade, como o motor ou a ponteira do escapamento. Caso o item entre em contato com o solo, seu uso nas partes visíveis da lataria deve ser permanentemente suspenso.
