Ministério Público de Santa Catarina arquiva caso cão Orelha
Após analisar cerca de 2 mil arquivos, o Ministério Público de Santa Catarina concluiu que o cão Orelha não foi vítima de agressões por adolescentes. A investigação, que culminou em um documento de 170 páginas protocolado na última sexta-feira (8), aponta que o animal faleceu devido a uma condição grave e preexistente.
A perícia e os laudos veterinários comprovaram que o animal sofria de osteomielite maxilar crônica, descartando fraturas ou sinais de violência humana. Além disso, a promotoria identificou inconsistências temporais nas câmeras de segurança, provando que os adolescentes e o animal não estiveram juntos na praia no momento da suposta agressão.
Diante das novas evidências, o órgão pediu o arquivamento do caso à Justiça e solicitou que a Corregedoria da Polícia Civil de Santa Catarina analise possíveis irregularidades na investigação inicial. O Ministério Público também solicitou a apuração de um suposto vazamento de informações sigilosas sobre o adolescente investigado.
