Oito comandos no Gemini para editar fotos naturalmente
A edição de fotos com inteligência artificial frequentemente resulta em imagens com pele plastificada, nitidez excessiva e cores irreais. O problema não reside no Gemini, mas na forma como os comandos são formulados. Resultados realistas dependem de solicitações específicas e ajustes graduais, tratando a edição como um fluxo de trabalho controlado.
Bons prompts devem combinar objetivos claros com restrições técnicas. Em vez de pedir apenas uma melhoria genérica, é recomendável solicitar correções pontuais, como a recuperação de sombras sem o uso de HDR ou a suavização da pele preservando texturas naturais, como poros e sardas. A realização de uma alteração por vez minimiza erros e evita que a IA force correções desnecessárias.
Ao utilizar o Gemini para corrigir exposições, nitidez, ruído noturno ou saturação, a regra de ouro é a moderação. Imagens de baixa qualidade ou muito comprimidas limitam a capacidade da IA, forçando-a a inventar informações que geram o aspecto artificial. Portanto, a edição incremental em arquivos de alta resolução é o método mais eficaz para obter um acabamento profissional sem comprometer a autenticidade da imagem.

