Cafu analisa reconstrução da seleção brasileira com Carlo Ancelotti
Após a eliminação do Brasil para a Noruega por 2 a 1 nas oitavas de final, com dois gols de Erling Haaland, o capitão do pentacampeonato de 2002, Cafu, defendeu a continuidade de Carlo Ancelotti no comando da seleção brasileira. O ex-jogador enfatizou que o técnico deve liderar um processo de reconstrução de quatro anos, visando encerrar o jejum que chegará a 28 anos em 2030.
Cafu, que participou da inauguração de uma escultura de Lego de 8,47 metros no Rockefeller Plaza em Nova York, destacou que o trabalho de Ancelotti foi prejudicado anteriormente por assumir o cargo em um cenário de emergência. Segundo o capitão, o italiano agora terá a oportunidade de conduzir o planejamento desde o início, com o navio atracado e pronto para seguir no rumo correto.
Além do cenário profissional, Cafu manifestou preocupação com a formação de base no Brasil. O ex-lateral criticou a metodologia atual nas categorias inferiores, afirmando que a busca precoce por resultados sufoca a criatividade dos jovens atletas. Para ele, o desenvolvimento de jogadores deve focar na essência da função, utilizando como metáfora o processo de montagem de peças de Lego, onde a evolução acontece de forma gradual e lúdica.
