Espanha busca unificação histórica dos títulos mundiais de futebol
A classificação da seleção masculina da Espanha para a final da Copa do Mundo abre a possibilidade inédita de um país deter, simultaneamente, os títulos mundiais entre homens e mulheres. A seleção feminina espanhola, que se sagrou campeã em 2023 na Austrália e Nova Zelândia ao derrotar a Inglaterra por 1 a 0, detém atualmente a coroa global.
A decisão masculina ocorrerá neste domingo (19), às 16h, em Nova Jersey, contra a Argentina ou a Inglaterra. Caso conquiste o bicampeonato, após o primeiro título em 2010, a Espanha consolidará seu domínio antes de ser uma das sedes do Mundial de 2030, ao lado de Portugal e Marrocos. A campanha histórica de 2023 no feminino foi marcada pelo brilho da meia Aitana Bonmatí, eleita a melhor do mundo, e pelo episódio de má conduta de Luis Rubiales, ex-presidente da RFEF, que resultou em seu banimento pela Fifa.
Embora a Alemanha tenha vencido Copas em ambos os naipes, nunca o fez de forma simultânea. A trajetória espanhola também inclui o sucesso na Liga das Nações europeia, onde conquistou as edições femininas de 2024 e 2025 e o torneio masculino em 2023. Enquanto o Brasil se prepara para sediar o próximo Mundial Feminino em 2027, as atenções globais se voltam para a final masculina que pode marcar um capítulo singular na história do futebol.
