Fifa avalia papel das bolas paradas na Copa do Mundo
O Grupo de Estudos Técnicos da Fifa avalia que, embora a maestria na bola parada seja uma tendência crescente no futebol de clubes, o recurso dificilmente definirá a próxima Copa do Mundo. A principal justificativa para essa análise é o tempo restrito de preparação das seleções para o torneio de 48 equipes, que será realizado nos Estados Unidos, Canadá e México.
Durante mesa redonda com a mídia, especialistas discutiram o sucesso do Arsenal, líder da Premier League e recordista em gols de escanteio nesta temporada. Gilberto Silva, ex-volante do Arsenal e campeão mundial em 2002, destacou que o planejamento detalhado visto nos clubes é difícil de replicar em seleções devido ao cronograma curto. Segundo o ex-jogador, o torneio deve ser marcado por jogos apertados e foco em transições rápidas.
Além das táticas, o Grupo de Estudos Técnicos da Fifa, liderado por Arsene Wenger e composto por nomes como Juergen Klinsmann e Pablo Zabaleta, aponta o calor como um fator determinante para o desempenho físico das seleções. A análise técnica do grupo, que conta com Tom Gardner como líder de Football Performance Insights, acompanhará todos os confrontos para observar a evolução tática e física das equipes durante a competição.
