Grupo contesta elegibilidade de Gianni Infantino na Fifa
A organização de direitos humanos FairSquare solicitou formalmente ao Comitê de Governança, Auditoria e Conformidade da Fifa que impeça a candidatura de Gianni Infantino à reeleição. A entidade argumenta que o presidente já atingiu o limite de três mandatos estipulado pelos estatutos da organização futebolística.
Em 2022, Infantino obteve sucesso ao argumentar que seu mandato inicial, iniciado em 2016 após a renúncia de Sepp Blatter, não deveria ser contabilizado, por tratar-se de um período interrompido. A FairSquare contesta essa interpretação, classificando-a como uma violação direta das regras estatutárias que estabelece um precedente arriscado para a governança da Fifa.
O cenário de incertezas ocorre antes do Congresso da Fifa em 18 de março no Marrocos. Enquanto Infantino mantém o apoio das confederações africana e sul-americana, enfrenta resistência de federações como a escocesa e críticas das confederações Uefa, asiática e Concacaf, que questionam tanto a permanência do dirigente quanto a recente proposta de criação de uma subsidiária de 20 bilhões de dólares para investimentos privados.

