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IA: A arte de criar prompts para maximizar a produtividade

IA: A arte de criar prompts para maximizar a produtividade

IA: A arte de criar prompts para maximizar a produtividade

A maioria dos profissionais que utilizam ferramentas de inteligência artificial generativa em seu trabalho ainda não consegue obter ganhos reais de produtividade. Segundo Hemerson Bassetto, diretor de inovação e produtos da Avell, o problema reside na forma de interação com a IA, raramente na própria ferramenta.

Bassetto explica que a IA generativa não é capaz de adivinhar as intenções do usuário. O primeiro erro comum é a falta de contextualização, com pedidos genéricos e diretos, sem a definição de um papel específico para a IA, um objetivo claro ou um formato de saída esperado.

Um prompt eficaz, segundo Bassetto, é estruturado em três partes: primeiro, definir o papel que a IA deve assumir (analista de dados, consultor jurídico, etc.); segundo, contextualizar com detalhes, mesmo que isso pareça redundante; e terceiro, especificar o tom e o formato da resposta desejada (formal, informal, em tópicos, parágrafos, linguagem acadêmica ou executiva).

Ele enfatiza que economizar no prompt, sendo excessivamente direto e vago, é um dos principais equívocos. O tempo investido em detalhar o pedido é compensado pela qualidade e eficiência do resultado. “Você pode perder um pouquinho mais de tempo criando, mas terá o resultado mais rápido e efetivo”, afirma.

Outro erro frequente é aceitar o primeiro resultado sem revisão, como o envio de e-mails com encerramentos automáticos ainda visíveis. Bassetto compara a IA a um profissional recém-contratado que necessita de contexto para desempenhar suas funções adequadamente.

Bassetto compartilha suas ferramentas de IA preferidas: ChatGPT Mini para tarefas rápidas, Claude Sonnet para análise de grandes volumes de dados e Gemini Pro para trabalhos com viés acadêmico. Ele também recomenda plataformas que agregam diversos modelos, permitindo testes antes da assinatura.

Diante da vasta oferta de ferramentas, a recomendação é testar as versões gratuitas para identificar qual modelo se adequa melhor às necessidades de trabalho antes de investir em uma assinatura paga.

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