Home / últimas noticias / Presidenciáveis participam de atos cívicos e manifestações políticas

Presidenciáveis participam de atos cívicos e manifestações políticas

Presidenciáveis participam de atos cívicos e manifestações políticas

Presidenciáveis participam de atos cívicos e manifestações políticas

A agenda dos presidenciáveis nesta segunda-feira (7) incluiu atos em alusão ao 7 de Setembro, feriado da Independência do Brasil, além de entrevistas, visitas e manifestações políticas.

Clariana Barão (DC) concedeu entrevista ao canal Bacci Notícias TV e participou de ato do 7 de Setembro na Avenida Paulista. Ela defendeu maior presença de mulheres em cargos públicos, argumentando que países com mais mulheres no poder têm menor corrupção e empresas comandadas por mulheres são mais lucrativas.

Edmilson Costa (PCB) cumpriu agenda da secretaria-geral do PCB em Lisboa. Flávio Bolsonaro (PL) participou de ato em frente ao Masp, na Avenida Paulista, criticando ministros do STF e cobrando maior responsabilização. Ele disse que vai trabalhar para resgatar a credibilidade do Judiciário e, em discurso, tratou do tema de segurança pública, prometendo classificar facções criminosas de narcoterroristas, defender a redução da maioridade penal, a castração química para estupradores e abusadores de mulheres, e pena de oito anos para roubo de celular.

Flávio Bolsonaro afirmou que “nessas pautas, serei radical, serei presidente para governar inclusive para quem não votar em mim. Vou cuidar do povo”. O candidato prometeu ainda reduzir juros, elevar a qualidade do atendimento do SUS e garantir que todos os jovens sejam capacitados para terem bons empregos ou abrir uma empresa própria.

Hertz Dias (PSTU) participou do Grito dos Excluídos, em Cajamar (SP), defendendo os direitos dos trabalhadores, o controle público das riquezas e a soberania do país. “Para garantir a soberania do Brasil é preciso enfrentar os imperialismos. Nosso país não pode continuar subordinado aos interesses das grandes potências que controlam setores estratégicos da economia e determinam os rumos da nossa produção, do nosso comércio e das nossas riquezas”, afirmou.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não teve agenda pública de campanha. Renan Santos (Missão) participou de ato no Obelisco do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, defendendo punição mais rígida para ministros do STF, como afastamento do cargo e prisão. O candidato classificou a situação como “elite dominante pelo conformismo com a corrupção e a violência urbana”.

Romeu Zema (Novo) realizou ato na Avenida Paulista, em São Paulo. Ele defendeu mudanças na forma de indicação de ministros de tribunais superiores e disse que, se for eleito, irá indicar ministros com mais de 60 anos, com trajetória acadêmica e maior participação das instituições jurídicas na formação da lista de candidatos. “Quero alguém acima de 60 anos, de preferência que venha do mundo acadêmico. Nós precisamos de pessoas que estudaram a vida toda na área jurídica para somar no Supremo”, disse.

Ronaldo Caiado (PSD) cumpriu agenda de campanha em Goiânia (GO), onde acompanhou o desfile do Dia da Independência. Caiado disse que o país precisa avançar no combate ao crime organizado e que, se eleito, vai enfrentar a criminalidade com medidas duras. “Um país só é verdadeiramente independente quando seus cidadãos são livres para andar na rua, trabalhar e criar seus filhos sem pedir licença ao crime”, afirmou.

Rui Costa Pimenta (PCO) participou do ato Grito dos Excluídos, em São Paulo (SP). Ele defende escala móvel de salários, redução da jornada de trabalho para 35 horas semanais e que a Petrobras seja 100% estatal. Samara Martins (UP) visitou a Ocupação Welfesom Alves, em Belém (PA), participou de ato com militantes e apoiadores no Portal da Amazônia e afirmou que um país soberano e independente não pode ser submisso aos projetos de outros países. “Independência é ter um povo vivendo com dignidade, tendo comida e que a nossa produção sirva ao nosso povo”, disse.

Wilson Grassi (Democrata) divulgou uma mensagem em vídeo em alusão aos 204 anos da Independência do Brasil, defendendo o fim dos maus tratos aos animais, política nacional de proteção aos animais e controle de zoonoses antes do surto. “Quero levar essa visão para todo o Brasil. Mais prevenção, hospitais veterinários públicos para famílias de baixa renda e uma visão e uma gestão integrada da saúde”, disse. Augusto Cury (Avante) participou de ato do 7 de Setembro em Copacabana, no Rio de Janeiro, prometendo financiar 10 milhões de microempresas nas comunidades e criar o “Banco do Empreendedor e uma Escola do Empreendedor” nas escolas públicas. “Vamos chamar os melhores especialistas para governar essa nação, porque o Brasil não aguenta mais ser capturado por essa polarização”, disse.

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *