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Ranking: Desvalorização de celulares no mercado brasileiro

Ranking: Desvalorização de celulares no mercado brasileiro

Ranking: Desvalorização de celulares no mercado brasileiro

A desvalorização de smartphones é uma realidade no mercado, mas a taxa de perda de valor pode variar significativamente conforme a marca, linha e posicionamento do aparelho. Para consumidores que veem o celular como um ativo revendável, a questão de qual modelo desvaloriza menos no Brasil é crucial. Este ranking foi elaborado cruzando preços de lançamento oficiais, valores atuais no varejo e preços no mercado de usados, utilizando históricos de plataformas de monitoramento e anúncios de dispositivos em bom estado de lojas especializadas. É importante notar que a depreciação não é linear, sendo mais acentuada logo após o lançamento e desacelerando com o tempo, podendo se estabilizar de acordo com a oferta e a demanda.

A Apple se destaca como líder na retenção de valor no mercado brasileiro. Seus dispositivos, como o iPhone 16, demonstram alta demanda no segmento de usados e um ciclo de vida mais longo, resultando em menor desvalorização. O iPhone 16, por exemplo, registra uma perda de valor de cerca de 47%, beneficiado por sua recente inserção no mercado e forte procura. Na linha Pro, o iPhone 16 Pro também mantém uma desvalorização menor que seu antecessor, reforçando a tendência de modelos premium reterem mais valor. Mesmo o iPhone 16e, na categoria mais acessível da Apple, apresenta uma desvalorização que, embora maior que a dos modelos premium, ainda supera a média do mercado Android.

A Samsung exibe um perfil de desvalorização mais heterogêneo, com notáveis diferenças entre suas linhas premium e intermediárias. Entre os modelos da marca, o Galaxy S24 se destaca pela menor desvalorização, com uma retenção de valor superior ao S25, ilustrando a intensidade da queda de preço nos primeiros meses pós-lançamento. Um caso peculiar é o Galaxy A56, que praticamente não desvalorizou, e em alguns cenários, seu preço no mercado de usados superou o do produto novo, possivelmente devido à baixa oferta no varejo e alta demanda.

Por outro lado, a Motorola registra a maior desvalorização média entre as marcas pesquisadas, impactando principalmente suas linhas mais acessíveis. O Edge 60 Pro figura como o modelo com menor desvalorização dentro da marca, apresentando um desempenho que se aproxima de concorrentes premium. Contudo, mesmo na linha Moto G, o Moto G56, que menos desvaloriza, ainda assim sofre uma queda significativa de preço. Essa tendência é explicada pela estratégia da Motorola de lançar múltiplos modelos em um curto período, o que intensifica a concorrência interna e acelera a perda de valor dos aparelhos.

Em resumo, a análise revela que a desvalorização de celulares não é uniforme, variando consideravelmente entre marcas e linhas de produtos. A Apple mantém sua liderança na retenção de valor, especialmente nas suas séries base e Pro. A Samsung ocupa uma posição intermediária, com alguns modelos, como o Galaxy A56, mostrando uma notável estabilização no mercado. A Motorola, por sua vez, enfrenta maior desvalorização, principalmente em seus intermediários. O iPhone 16 emerge como o celular com a menor desvalorização no Brasil entre os analisados, sendo a opção mais vantajosa para quem planeja revender. Por outro lado, modelos que desvalorizam mais, como os da linha Moto G, representam excelentes oportunidades para quem busca economia ao adquirir um aparelho usado. A escolha ideal, portanto, alinha-se ao objetivo do consumidor: minimizar perdas na revenda ou maximizar a economia na compra.

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