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Cienciano recebe Atlético-MG em altitude na Sul-Americana

Cienciano recebe Atlético-MG em altitude na Sul-Americana

Cienciano recebe Atlético-MG em altitude na Sul-Americana

O Estádio Inca Garcilaso de la Vega, em Cusco, a 3.399 metros acima do nível do mar, será palco do confronto entre Cienciano e Atlético-MG pela terceira rodada da Copa Sul-Americana 2026. O duelo, que acontece na quarta-feira (29), coloca frente a frente os dois primeiros colocados do Grupo B. O Cienciano, líder da chave com quatro pontos e campeão do torneio em 2003, mantém um histórico invicto em casa na temporada, com seis vitórias e dois empates em oito partidas.

O Atlético-MG, por outro lado, viaja com uma delegação composta por jovens da base e jogadores reservas. O técnico Eduardo Domínguez optou por preservar o time titular para o clássico contra o Cruzeiro, agendado para o sábado (2), no Mineirão. A derrota por 4 a 0 sofrida para o Flamengo, a primeira em casa sob o comando de Domínguez, marcou uma semana de decisões para o clube mineiro, com a possível saída do atacante Hulk para o Fluminense e o foco total no compromisso do Brasileirão.

O Cienciano chega à terceira rodada como a equipe mais consistente do grupo. Na Liga 1 peruana, o clube ocupa a terceira posição e, jogando em casa, apresenta um desempenho impecável em 2026. Na Sul-Americana, somou quatro pontos em duas rodadas, com um empate e uma goleada. Uma vitória contra o Atlético-MG ampliará sua vantagem na liderança do grupo.

A altitude de Cusco representa um desafio significativo para o Atlético-MG. A menor concentração de oxigênio impacta o desempenho físico dos jogadores. A delegação atleticana chegou a Lima na segunda-feira e só embarcou para Cusco na terça, com tempo limitado de aclimatação. No Brasileirão, o Atlético acumula 14 pontos em 13 rodadas, e na Sul-Americana, o início foi irregular, com uma derrota e uma vitória.

O Atlético-MG perdeu quatro dos últimos seis jogos em todas as competições. A goleada para o Flamengo intensificou a necessidade de decisões. Jogadores como Natanael, Ruan Tressoldi, Lyanco, Vitor Hugo, Maycon, Alan Franco, Mateo Cassierra e Tomás Cuello ficaram em Belo Horizonte. Hulk não foi relacionado por razões extraesportivas. A equipe será comandada pelo auxiliar Lucas Gonçalves, com Domínguez chegando apenas na véspera da partida.

Este é o terceiro encontro entre Cienciano e Atlético-MG, com os dois confrontos da temporada passada terminando empatados. O histórico do clube peruano contra equipes brasileiras inclui duas vitórias, três empates e cinco derrotas em dez jogos. O técnico Horacio Melgarejo, com profundo conhecimento do futebol peruano e das vantagens da altitude, comanda o Cienciano invicto em casa. Eduardo Domínguez, técnico do Atlético desde fevereiro de 2026, busca regularidade com sua equipe, que preza por compactação e pressão.

O Cienciano deve atuar em um 4-2-3-1, com a dupla de volantes protegendo a defesa e liberando os meias para a criação. Carlos Garcés será o pivô avançado, buscando pressionar a saída de bola e abrir espaços. A estratégia de pressão alta em altitude visa explorar a menor capacidade de recuperação dos adversários. O Atlético-MG deve formar um 4-3-3 com Alan Minda no ataque, Bernard e Dudu pelas pontas, abrindo mão da posse de bola e recuando em dois blocos para contra-ataques.

Os lances de bola parada podem ser cruciais. Alejandro Hohberg, do Cienciano, é o jogador mais perigoso nessas situações, com um histórico de cobranças decisivas. A altitude de Cusco altera a trajetória da bola, dificultando a adaptação dos goleiros não acostumados ao ambiente.

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