Lula defende políticas de cultura e critica privatizações
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, neste sábado (30), no Rio de Janeiro, que a promoção da cultura seja consolidada como uma política de Estado. Durante o lançamento da plataforma Tela Brasil, streaming público e gratuito, o presidente argumentou que transformar ações em políticas permanentes é essencial para evitar retrocessos. Na ocasião, Lula destacou que o Brasil atingiu a marca de 16 mil Pontos de Cultura, projetos que contam com financiamento do Ministério da Cultura.
Em seu discurso, o chefe do Executivo também criticou as privatizações da BR Distribuidora e da Liquigás, realizadas pela gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo Lula, a ausência de controle estatal sobre essas empresas limita a capacidade do governo de regular os preços de combustíveis e gás de cozinha, mesmo com medidas como a isenção de PIS e Cofins e acordos com estados sobre o ICMS em resposta aos impactos econômicos da guerra no Irã.
Além das pautas culturais e econômicas, o presidente abordou a agenda de cooperação internacional. Ao encerrar as celebrações da Semana da África, Lula detalhou intercâmbios educacionais entre universidades federais brasileiras e nações africanas. O presidente também anunciou a inauguração das novas instalações da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em Foz do Iguaçu (PR), reforçando o compromisso com convênios educacionais na América Latina.
