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Vulnerabilidade social atinge quase metade dos jovens argentinos

Vulnerabilidade social atinge quase metade dos jovens argentinos

Vulnerabilidade social atinge quase metade dos jovens argentinos

Um estudo recente da Universidade de Buenos Aires (UBA), divulgado entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, revelou que 48,9% da juventude argentina vive em situação de vulnerabilidade social. O levantamento, que abrange 4,1 milhões de pessoas, define como vulneráveis indivíduos de 18 a 29 anos que enfrentam pobreza econômica ou que não concluíram o ensino fundamental.

A precariedade profissional é um dos pilares do problema: apenas 15% dos jovens trabalhadores possuem emprego registrado, enquanto 76% atuam na informalidade ou por conta própria. O cenário é agravado pelo fato de que 30% dos jovens estão desempregados e 32% não estudam, não trabalham e nem buscam ocupação. Além disso, 57% dos que trabalham relatam que sua renda é insuficiente para cobrir as despesas mensais.

A crise se reflete diretamente na saúde mental e nas condições de vida da população. Mais de 70% dos entrevistados relatam problemas frequentes de ansiedade, enquanto 50% sofrem com apatia ou depressão. O relatório ainda aponta que 78% não possuem plano de saúde, 40% vivem em regiões consideradas inseguras e cerca de 30% reconhecem dificuldades no controle do consumo de álcool, cigarro ou outras drogas.

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